<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>Rascunho.net
Informação Cultural Independente</description><title>Rascunho</title><generator>Tumblr (3.0; @rascunho)</generator><link>http://zine.rascunho.net/</link><item><title>Ambos lançaram álbuns este ano, e ambos estão em tour, se bem...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/87jIdvGPDj4?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Ambos lançaram álbuns este ano, e ambos estão em tour, se bem que de lados diferentes do Atlântico (ainda não perdoámos os Foxygen pelo cancelamento da tour europeia e consequente não-comparência no Primavera Sound). Tanto a banda de Sam France e Jonathan Rado com o holandês Jacco Gardner lançaram novos videoclipes recentemente, para &lt;em&gt;No destruction&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;a href="http://youtu.be/WW33RUYJpus"&gt;Chameleon&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, respectivamente – o primeiro imensamente colorido e assente numa estética indubitavelmente norte-americana (entrevemos ali um desencantamento do &lt;em&gt;American Dream&lt;/em&gt; parente de Hunter S. Thompsons e afins), e o segundo num b/w sóbrio, se bem que não menos hipnotizante. É de ver e suspirar por uma visita a terras lusas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/WW33RUYJpus" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/50333387635</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/50333387635</guid><pubDate>Mon, 13 May 2013 11:11:05 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Foxygen</category><category>Jacco Gardner</category></item><item><title>A proposta musical imperdível para o mês de Maio acontece já no...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/370223a5fe9b2d51976a971406060a7e/tumblr_mmi248UtsQ1r6b6jzo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A proposta musical imperdível para o mês de Maio acontece já no próximo fim-de-semana em Lisboa e Porto. &lt;a href="http://www.musikki.com/William+Basinski+"&gt;William Basinski&lt;/a&gt; vai estar no &lt;a href="http://www.teatromariamatos.pt/pt/prog/musica/2012-2013/williambasinski"&gt;Teatro Maria Matos&lt;/a&gt; e na &lt;a href="http://www.culturgest.pt/actual/02/09-basinsky.html"&gt;Culturgest&lt;/a&gt; para dois concertos que visitarão um percurso de longos anos na exploração das sonoridades imateriais que fizeram do seu nome um dos maiores da música ambiente das últimas décadas. É dele o clássico  &lt;em&gt;The Disintegration Loops,&lt;/em&gt; obra-prima lançada em volumes e que é o apogeu de uma carreira que continua a dar frutos. O mais recente, &lt;em&gt;Nocturnes, &lt;/em&gt;é o primeiro registo depois de algum tempo dedicado a outros projectos colaborativos (participou, por exemplo, na peça&lt;em&gt; The Life And Death Of Marina Abramovic, &lt;/em&gt;retratada no documentário homónimo exibido na passada edição do Estoril &amp; Lisbon Film Festival). É mote para a visita a Lisboa e Porto,  a 11 e 13 de Maio, respectivamente. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="no" height="166" scrolling="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F30490653" width="100%"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/49961095193</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/49961095193</guid><pubDate>Wed, 08 May 2013 22:52:00 +0100</pubDate><category>música</category><category>william basinski</category><category>teatro maria matos</category><category>culturgest</category><category>concerto</category></item><item><title>Crítica: "A Bad Wind Blows in My Heart", Bill Ryder-Jones</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ana Leorne&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/2fe323cc362fe34e35a000fabe9d7209/tumblr_inline_mm2qwze34D1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há vida depois dos The Coral, e a prova é que a carreira de Bill Ryder-Jones não só sobreviveu à sua saída da banda em 2005, depois de complicações de saúde relacionadas com o stress, como se tornou num dos &lt;em&gt;filmscore songwriters&lt;/em&gt; mais fascinantes da nova geração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após a banda-sonora de &lt;em&gt;Leave Taking&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;If&amp;#8230;&lt;/em&gt;, eis que na semana passada &lt;em&gt;A Bad Wind Blows in My Heart&lt;/em&gt; (Domino Records) viu finalmente a luz do dia. Gravado na casa da sua própria mãe em Liverpool, o álbum de Ryder-Jones foi precedido pelo &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=bKF-g_tnrn8"&gt;He took you in his arms&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, cuja atmosfera &lt;em&gt;unattached&lt;/em&gt; respira cidades industrializadas e primeiros arrepios da manhã, os tais que nos arrancam dos sonhos e nos atiram sem aviso para a hora mais fria.&lt;!-- more --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem querer entrar em comparações desnecessárias – e só porque vivemos inevitavelmente de referências –, o ambiente etéreo de &lt;em&gt;A Bad Wind Blows in My Heart&lt;/em&gt; lembra Jeff Buckley colorido com uma pitada do&amp;#8230; err, desprendimento de Syd Barrett, numa inevitável referência à ressurreição de um músico que deixa uma banda. E depois há aquele véu de desespero que não vemos, mas que podemos tocar e garantir que está lá, e que cobre faixas como &lt;em&gt;Christina that&amp;#8217;s the saddest thing&lt;/em&gt; ou o &lt;em&gt;tilte-track&lt;/em&gt;, empurrando-nos para outra dimensão, onde Bill Ryder-Jones já morreu. Ou ainda nem nasceu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;You&amp;#8217;re getting like your sister&lt;/em&gt; abre com uma progressão herdada (conscientemente ou não) dos seus vizinhos John, Paul &amp;amp; Cia., desprezando, no entanto, o desenvolvimento pop em prol de um mergulho mais intenso – até porque um dos verdadeiros ímanes deste álbum é a forma como as faixas parecem, ao mesmo tempo, roçar apenas a superfície e penetrar até o mais fundo de nós. Bill Ryder-Jones revira-nos a alma do avesso com um beijo ao de leve que sangra mais do que a mais violenta das tareias.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/49262065040</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/49262065040</guid><pubDate>Tue, 30 Apr 2013 16:32:00 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Bill Ryder-Jones</category><category>Ana Leorne</category><category>The Coral</category><category>Domino Records</category><category>Crítica</category></item><item><title>Documentário em jeito autobiográfico ou autobiografia em jeito...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/f7frefVFVDo?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Documentário em jeito autobiográfico ou autobiografia em jeito de documentário, &lt;em&gt;PDL-LIS&lt;/em&gt; é o primeiro documentário de Diogo Lima, um estudante de cinema natural da pós-Atlântida, e que conta já com dois prémios (Melhor Filme dos Açores e Prémio Regional Novos Talentos Restart), atribuídos no primeiro Panazorean International Film Festival. Exercício fílmico sobre a identidade cultural insular &lt;em&gt;vs.&lt;/em&gt; a adopção do continente como terreno estratégico de evolução profissional natural, &lt;em&gt;PDF-LIS&lt;/em&gt; faz a sua estreia em terras alfacinhas no âmbito do &lt;a href="http://www.panorama.org.pt/2013/"&gt;Panorama 2013&lt;/a&gt;, numa sessão conjunta com &lt;em&gt;Noite de Festa&lt;/em&gt;, de Tiago P. de Carvalho.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/49182930484</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/49182930484</guid><pubDate>Mon, 29 Apr 2013 16:49:48 +0100</pubDate><category>Cinema</category><category>Diogo Lima</category><category>Tiago P. de Carvalho</category><category>Panorama</category></item><item><title>Fauve não é um projecto comum. Tal como pode ser lido no seu...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/HMpmedi_pH4?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Fauve não é um projecto comum. Tal como pode ser lido &lt;a href="http://fauvecorp.com/"&gt;no seu site&lt;/a&gt;, Fauve é um colectivo artístico, aberto a novos projectos e colaborações, feito de quem o quer fazer e «deseperadamente optimista». Assim, torna-se mais complicado atribuir «culpas» neste vídeo magnífico de &lt;em&gt;Blizzard&lt;/em&gt;, cujos oito minutos e meio cruzam a &lt;em&gt;nouvelle scène française&lt;/em&gt; com o spoken word, magnificamente ilustrado por imagens de Paris numa fotografia mais-que-admirável. Uma curta, um videoclip…? &lt;em&gt;Peu importe, é &lt;/em&gt;Fauve.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/49174152208</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/49174152208</guid><pubDate>Mon, 29 Apr 2013 13:24:00 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Fauve</category></item><item><title>Crítica: "Sun Pavilion", Triptides</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gonçalo da Silva Nova&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/693c3f381506dc950ee7305bde5e6e04/tumblr_inline_mlv56eiiYI1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Som franzino assim de quartinho de hotel.&lt;br/&gt;Simpático, mas nada de especial.&lt;br/&gt;Uma coisinha bonita, que não acrescenta.&lt;br/&gt;Um som de fita, mas fixe. Ouve-se bem.&lt;br/&gt;Quem for do género de escolher bandas e música que mais ninguém conhece nem ouve só porque sim, esta pode ser uma das melhores &lt;em&gt;picks&lt;/em&gt;.&lt;br/&gt;Outra: é um beijinho bate-chapas (que expressão pouco condizente com a delicadeza do gesto, do acto), ou, como dizem os brasileiros: um selinho.&lt;br/&gt;Gostei, é um disco que rola para não se prestar mínima atenção, só acompanhar.&lt;br/&gt;Também faz falta. Faz?&lt;!-- more --&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta talvez se insira, não sei bem, ou então revoga-se.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Critério de excelência:&lt;br/&gt;– Qualquer música que não aspire a genialidade nem se camufle de atitude e tampouco esteja inserida intrinsecamente num movimento geocultural é, desde logo, medíocre.&lt;br/&gt;É sem dúvida a grande forma de arte em declínio, a Música.&lt;br/&gt;O que disse foi que: se não for ambiciosa no conhecimento e na forma pela doutrina das instituições ou, depois delas, a mais delas.&lt;br/&gt;O que disse foi que: se não for usada como mera arma complementar para, essencialmente, o ou um modo íntegro do utilizador.&lt;br/&gt;O que disse foi que: se não for numa assimilação conforme, necessariamente de conjunto, de uma população e território com algo cultura, podendo ou não ser a prazo.&lt;br/&gt;O que disse foi que, se nenhum dos três se congregar, é medíocre.&lt;br/&gt;Sendo que, se apenas dois se verificarem sem que nenhum seja o primeiro, a excelência não se homologará.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/48926057192</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/48926057192</guid><pubDate>Fri, 26 Apr 2013 13:56:00 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Crítica</category><category>Triptides</category><category>Gonçalo da Silva Nova</category></item><item><title>Crítica: "Allah-Las", Allah-Las</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gonçalo da Silva Nova&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="image" src="http://media.tumblr.com/e752f320756f23447ca0a4c39af96556/tumblr_inline_mlrj62wkMi1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parecem aquelas histórias de amor perfeito.&lt;br/&gt;Conheceram-se numa loja de discos e começaram a fazer música numa cave entre as montanhas e a praia, na Califórnia.&lt;br/&gt;É daí a perfeição: é a música que pinta quadros para cegos.&lt;br/&gt;São coisas feitas para quem sente.&lt;br/&gt;Soa bem com exposição exagerada num filme a cores, super 8.&lt;br/&gt;Paixões antigas.&lt;br/&gt;Dos quadros, pinceladas meias que misteriosas enfeitam.&lt;br/&gt;Que disco lindo e viciante, tipo detalhe num sorriso.&lt;!-- more --&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta camufla-se e, obviamente, insere-se.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Critério de excelência:&lt;br/&gt;– Qualquer música que não aspire a genialidade nem se camufle de atitude e tampouco esteja inserida intrinsecamente num movimento geocultural é, desde logo, medíocre.&lt;br/&gt;É sem dúvida a grande forma de arte em declínio, a Música.&lt;br/&gt;O que disse foi que: se não for ambiciosa no conhecimento e na forma pela doutrina das instituições ou, depois delas, a mais delas.&lt;br/&gt;O que disse foi que: se não for usada como mera arma complementar para, essencialmente, o ou um modo íntegro do utilizador.&lt;br/&gt;O que disse foi que: se não for numa assimilação conforme, necessariamente de conjunto, de uma população e território com algo cultura, podendo ou não ser a prazo.&lt;br/&gt;O que disse foi que, se nenhum dos três se congregar, é medíocre.&lt;br/&gt;Sendo que, se apenas dois se verificarem sem que nenhum seja o primeiro, a excelência não se homologará.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/48773790774</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/48773790774</guid><pubDate>Wed, 24 Apr 2013 15:07:00 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Crítica</category><category>Allah-Las</category><category>Gonçalo da Silva Nova</category></item><item><title>Na semana em que os Foxygen disponibilizaram gratuitamente um...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/nDtTy1lQOQ4?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Na semana em que os Foxygen disponibilizaram gratuitamente um álbum inédito (segundo o &lt;a href="http://www.facebook.com/foxygentheband"&gt;Facebook da banda&lt;/a&gt;, gravado entre 2006 e 2007 quando Sam France e Jonathan Rado tinham apenas 15 anos) intitulado &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.mediafire.com/?piiejd9r8m6wi4m"&gt;Jurrassic Exxplosion Philippic&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; e com umas épicas 36 faixas, foram também lançadas as sessões La Blogothèque. Filmados nas ruas de Paris no início deste ano, os dois vídeos (&lt;em&gt;On blue mountain&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;In the darkness/No destruction&lt;/em&gt;) fazem parte da rubrica Concert À Emporter e trazem um colorido neo-hippie à banda de &lt;a href="http://zine.rascunho.net/post/42017983880/critica-we-are-the-21st-century-ambassadors-of-peace"&gt;We Are the 21st Century Ambassadors of Peace and Magic&lt;/a&gt; – aliás, a atitude &lt;em&gt;poseur&lt;/em&gt; de Sam France lembra Stones nos últimos tempos de Brian Jones e traz à memória o meltdown do vocalista no SXSW, sendo discutível se terá sido esse incidente a causa do cancelamento da &lt;em&gt;tour&lt;/em&gt; europeia da banda (na qual estava incluída a presença no nosso país, no Primavera Sound). O certo é que com ou sem dramas internos próprios de uma banda que cresceu demasiado depressa em poucos meses, as sessões &lt;em&gt;live&lt;/em&gt; da Blogothèque provam o quão firmes as canções de Foxygen se aguentam com uma guitarra, pandeireta e pouco mais. E uma maçã roubada, que é o &lt;em&gt;plot&lt;/em&gt; da história toda.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/48773411010</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/48773411010</guid><pubDate>Wed, 24 Apr 2013 14:59:20 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Foxygen</category><category>La Blogothèque</category></item><item><title>É véspera de feriado e há festa no Musicbox. Na 13ª...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/413f3099cb7a1bff36d0c27cbca2536d/tumblr_mlpl9z2Vuj1r6b6jzo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;É véspera de feriado e há festa no &lt;a href="http://www.musicboxlisboa.com/"&gt;Musicbox&lt;/a&gt;. Na 13ª  RockitNight, a curadoria é da responsabilidade de &lt;a href="http://www.musikki.com/DJ+Ride"&gt;DJ Ride&lt;/a&gt;, que faz regressar &lt;a href="http://www.musikki.com/Lapalux"&gt;Lapalux &lt;/a&gt;depois de o projecto de Stuart Howard ter participado há poucos meses no Jameson Urban Routes. Desta vez há álbum para apresentar, lançado que foi &lt;em&gt;Nostalchic&lt;/em&gt; pela famosa Brainfeeder no mês passado e que tem marcado a electrónica deste ano de 2013. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/jkWWJ9W5300" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Tudo começa às 22h30 com a luso-irlandesa&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="https://soundcloud.com/sarah-linhares"&gt;Sarah Linhares&lt;/a&gt; (artista em ascensão que vai dando cartas na fusão das sonoridades digitais com o universo pop e soul) e termina com&lt;span&gt;  Nery e o próprio DJ Ride&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.  Os bilhetes custam 8€ e podem ser comprados&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blueticket.pt/site/EventoDetalhe.aspx?ecomm=1&amp;eventoId=1752&amp;idiomaid=1&amp;op=0"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TSO29oZd68I" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/48690252229</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/48690252229</guid><pubDate>Tue, 23 Apr 2013 13:56:00 +0100</pubDate></item><item><title>Surf Rock? Sim sim, mas muito mais. O quarteto feminino de...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/0SE94HWE3ks?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Surf Rock? Sim sim, mas muito mais. O quarteto feminino de Seattle &lt;a href="http://laluzband.tumblr.com/"&gt;La Luz&lt;/a&gt; declara-se fã de doo-wop e de harmonias vocais à la Chiffons ou Marvelettes, mas também de pesos-pesados da chanson somo Françoise Hardy. Em que ficamos, então? A resposta é dada pelo ambiente neo-retro com um toque de grrrl power do recém-saído &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Call me in the day/Easy baby&lt;/em&gt;, que sucede ao EP &lt;em&gt;Damp Face&lt;/em&gt;, lançado apenas em cassete (!) e formato digital pela Burger Records. E estão em &lt;em&gt;tour&lt;/em&gt; – era de passar por cá este Verão…&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/48316399189</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/48316399189</guid><pubDate>Fri, 19 Apr 2013 01:14:41 +0100</pubDate><category>Música</category><category>La Luz</category><category>Burger Records</category></item><item><title>Já aqui tínhamos falado de Stephanie e Amanda, o duo...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/a1f2602e29eb7b80217e85c13acb9d7a/tumblr_ml1l4eAGfU1r6b6jzo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Já &lt;a href="http://zine.rascunho.net/post/24210104921/formadas-a-partir-das-extintas-mika-miko-as"&gt;aqui&lt;/a&gt; tínhamos falado de Stephanie e Amanda, o duo californiano Bleached que se adivinhava uma das (excelentes) surpresas de 2013. E eis que no início do mês sai finalmente o álbum de estreia &lt;em&gt;Ride Your Heart&lt;/em&gt; (ed. Dead Oceans), cheio de imagens soalheiras directamente da Costa Oeste, numa espécie de cruzamento entre o New Wave nova-iorquino dos anos 70/80 e o inconfundível pôr-do-sol do Pacífico, numa &lt;em&gt;good vibration&lt;/em&gt; que emana de faixas como este &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5dnhszniNUk"&gt;Next stop&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, escolhido como &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; de avanço.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/47619280657</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/47619280657</guid><pubDate>Wed, 10 Apr 2013 14:50:38 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Bleached</category><category>Dead Oceans</category></item><item><title>Crítica: "Psycho Tropical Berlin", La Femme</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ana Leorne&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://media.tumblr.com/f3051db854b637e0567cc0eb7ee6d61b/tumblr_inline_mkxp9smj3Y1qz4rgp.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E começar por onde? Os La Femme já passaram o estatuto de simples banda e correm o risco de se tornarem numa estética por direito próprio, com uma sonoridade a que chamam – ou que outros chamam, porque nestas coisas da Internet nunca se sabe muito bem quem atirou a primeira pedra – «strange wave».&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Psycho Tropical Berlin&lt;/em&gt; é o álbum de estreia da banda, mas isso não quer dizer que esteja cheio de inéditos; muitas das faixas são de registos anteriores (&lt;em&gt;La Femme&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Hypsoline&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;It’s time to wake up 2023&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sur la planche 2013&lt;/em&gt; foram extraídos do EP homónimo que saiu no início do ano e do qual falámos &lt;a href="http://zine.rascunho.net/post/42276409633/saiu-hoje-em-formato-digital-o-novo-ep-dos"&gt;aqui&lt;/a&gt;), ou de &lt;em&gt;singles&lt;/em&gt; que os La Femme iam lançando em jeito de ensaio para o primeiro longa-duração (&lt;em&gt;La femme ressort&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Françoise&lt;/em&gt;). Mas isso não torna &lt;em&gt;Psycho Tropical Berlin&lt;/em&gt; menos genial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!-- more --&gt;O álbum abre com &lt;em&gt;Antitaxi&lt;/em&gt;, uma espécie de ensaio contemporâneo sobre o surf rock, estilo que os La Femme incorporam muitíssimo bem na electrónica francesa e cuja relação com a Pop europeia imprime uma aura especial na força que nos parece envolver de imediato, abrindo o apetite para as restantes faixas. &lt;em&gt;Amour dans le motu&lt;/em&gt; vai beber ao garage rock e prepara terreno para a faixa homónima que se segue, descrita pela própria banda como a que «caracteriza mais o som da banda, uma força que não te deixa, não sai do teu lado, que vem sussurrar ao teu ouvido». &lt;em&gt;Interlude&lt;/em&gt; não é bem uma faixa &lt;em&gt;per se&lt;/em&gt;, e sim a ponte entre &lt;em&gt;La femme&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Hypsoline&lt;/em&gt;, recuperada também do EP que antecedeu o álbum e do vídeo promocional de uns épicos 11 minutos, uma curta-metragem realizada pela banda que incluía a sequência &lt;em&gt;La femme&lt;/em&gt; – &lt;em&gt;Interlude&lt;/em&gt; – &lt;em&gt;Hypsoline&lt;/em&gt;. E sim, claro que chegámos a &lt;em&gt;Hypsoline&lt;/em&gt;, obviamente inspirada por Gainsbourg (até a própria banda o admite), embora a influência do gigante francês seja essencialmente visível no tratamento dos vocais e na abordagem spoken word da faixa. Segue-se o «grande» &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; do álbum – ou pelo menos o mais conhecido, devido a apropriações feitas por parte da cultura Pop –, naquela que é a sua terceira versão: &lt;em&gt;Sur la planche 2013&lt;/em&gt; dispensa já apresentações e não poderia deixar de ser incluído em &lt;em&gt;Psycho Tropical Berlin&lt;/em&gt; (apesar de a banda ter deixado de fora &lt;em&gt;singles&lt;/em&gt; mais ou menos óbvios, como &lt;em&gt;Paris 2012&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;It’s time to wake up 2023&lt;/em&gt; é outro excerto do EP, cuja letra pós-apocalíptica contrasta com a sonoridade aparentemente pacífica que se torna mais densa à medida que a música vai avançando, e que nos afoga irremediavelmente numa obsessão sonora à la Velvet Underground. &lt;em&gt;Nous étions deux&lt;/em&gt; traz-nos de volta à superfície e de regresso ao electro La Femme – nesta altura já com um «rótulo» por direito próprio –, enquanto &lt;em&gt;Packshot&lt;/em&gt; confirma esta direcção e a mistura com sons mais ou menos retro (a banda chama-lhe «Londres 1964»). Desaguamos depois em &lt;em&gt;Saisis la code&lt;/em&gt;, menos frenético mas não menos hipnótico, seguindo-se &lt;em&gt;Le blues de Françoise&lt;/em&gt;, também recuperado de um &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; anterior, enquanto &lt;em&gt;Si un jour&lt;/em&gt; transporta um esqueleto Yé-Yé para a era cósmica, ao vesti-lo de uma roupagem muito semelhante à de &lt;em&gt;Sur la planche&lt;/em&gt;. Entramos depois em &lt;em&gt;La femme ressort&lt;/em&gt;, também editada anteriormente, e para fechar o álbum, &lt;em&gt;Welcome America&lt;/em&gt;, numa piscadela de olho à internacionalização – e talvez a faixa que mais se desvia da estética aglutinante do álbum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maturidade com que La Femme edita o seu primeiro álbum provavelmente não seria possível sem todos os mini-ensaios – leia-se EPs, singles, colaborações – que o antecederam. Seria possível &lt;em&gt;Psycho Tropical Berlin&lt;/em&gt; ter existido sem eles? Talvez, mas não teria a legião de fãs solidamente construída ao longo destes anos, nem seria decerto tão forte nem tão bem urdido, arriscando mesmo a tornar-se num dos álbuns do ano da indie francesa. O CD e formato digital saíram hoje pela Barclay; o vinil sai dia 20 pela Born Bad, assinalando o Records Store Day com uma edição limitada a 500 cópias.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/47450444756</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/47450444756</guid><pubDate>Mon, 08 Apr 2013 12:37:55 +0100</pubDate><category>Música</category><category>La Femme</category><category>Ana Leorne</category><category>Barclay</category><category>Born Bad</category><category>Crítica</category></item><item><title>Não, não é uma estreia; os meninos dinamarqueses dos Halazan...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/9634ef8dab5b28d8890e0c75278ede54/tumblr_mkshxvNC6c1r6b6jzo1_500.png"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Não, não é uma estreia; os meninos dinamarqueses dos Halazan Bazar já andam nestas brincadeiras neo-psych-folk pelo menos desde 2008, ano em que editaram o CDR de estreia homónimo. Com uma sonoridade situada entre as harmonias vocais que cruzam sons aparentemente tão díspares como The Mamas &amp; The Papas e Arthur Lee com um europeísmo cosmopolita que respira por entre &lt;em&gt;flashbacks&lt;/em&gt; de San Francisco, a banda acaba de editar &lt;em&gt;Space Junk&lt;/em&gt; pela Crash Symbols, num registo ligeiramente menos hipnótico que os anteriores, mas não menos fascinante. Space Junk pode ser adquirido em formato digital ou vinil de 10” (eidção limitada a 500 cópias) no &lt;a href="http://halasanbazar.bandcamp.com/"&gt;bandcamp&lt;/a&gt; dos rapazes.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/47197518785</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/47197518785</guid><pubDate>Fri, 05 Apr 2013 17:03:31 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Halazan Bazar</category><category>Crash Symbols</category></item><item><title>Little French Songs é o quarto álbum de estúdio de Carla Bruni e...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/XfCCqiolNjk?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Little French Songs&lt;/em&gt; é o quarto álbum de estúdio de Carla Bruni e foi lançado nesta segunda-feira em formato digital (o CD e vinil chegam em meados do mês, pela Barclay). Composto por 11 faixas, o álbum sucede a &lt;em&gt;Comme Si De Rien N’Était&lt;/em&gt; e põe fim a um hiato de cinco anos, que coincidiu com o início do seu casamento com Nicolas Sarkozy e subsequente cargo de primeira-dama. Sempre num registo de pequenas canções que respiram anos 1960 por todos os poros, o &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; de avanço confirma este estatuto de «ex-fan des Sixties» de Bruni ao evocar o romance de Keith Richards e Anita Pallenberg (&lt;em&gt;Chez Keith et Anita&lt;/em&gt;), naquela que é talvez a faixa mais &lt;em&gt;upbeat&lt;/em&gt; do álbum.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/46948698067</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/46948698067</guid><pubDate>Tue, 02 Apr 2013 18:53:55 +0100</pubDate><category>Música</category><category>Carla Bruni</category></item><item><title>Se estivermos distraídos antes de uma primeira escuta pensamos...</title><description>&lt;iframe width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/LxsxAqpTSoU?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Se estivermos distraídos antes de uma primeira escuta pensamos que ouvir &lt;a href="http://www.willymoon.com" target="_blank"&gt;Willy Moon&lt;/a&gt; será como regressar ao mundo dos &lt;em&gt;drive-ins&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;jukeboxes&lt;/em&gt;; mas este neozelandês de 23 anos, que diz não querer «fazer música retro», mistura o twist e o rock’n’roll – e as referências visuais e de estilo, porque não? – dos anos 1950 com as sonoridades possíveis graças ao mundo digital. Aliás, na sua &lt;a href="http://www.facebook.com/itswillymoon" target="_blank"&gt;página de Facebook&lt;/a&gt;, Moon descreve a sua música como se «o rock’n’roll tivesse sido criogenado em 1965, antes dos Beatles terem descoberto o LSD, e fosse reavivado 45 anos depois por um produtor de hip-hop munido de um lap-top». O álbum de estreia, &lt;em&gt;Here’s Willy Moon&lt;/em&gt;, sai no início de Abril pela Island Records (EUA) e Barclay/ Universal (UE).&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/45830805724</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/45830805724</guid><pubDate>Wed, 20 Mar 2013 12:17:00 +0000</pubDate><category>Música</category><category>Willy Moon</category><category>Island Records</category><category>Universal</category></item><item><title>A nova visita dos Beach House a Portugal começa hoje no espaço...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/OS6duOoxctw?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A nova visita dos &lt;a href="http://www.musikki.com/#/beach_house"&gt;Beach House&lt;/a&gt; a Portugal começa hoje no espaço TMN ao Vivo, em Lisboa, e continua amanhã no Porto, no Hard Club. A banda, que há poucos dias estreou o enigmático vídeo do tema &lt;em&gt;Wishes&lt;/em&gt;, continua assim a promover &lt;em&gt;Bloom&lt;/em&gt;, álbum lançado no ano passado. &lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/45496986950</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/45496986950</guid><pubDate>Sat, 16 Mar 2013 14:03:58 +0000</pubDate><category>beach house</category><category>tmn ao vivo</category><category>hard club</category><category>bloom</category><category>música</category></item><item><title>Levi tem novo álbum, novo single – este Communication blues – e...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/Kb142zjavW8?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/martins.levi" target="_blank"&gt;Levi&lt;/a&gt; tem novo álbum, novo &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; – este &lt;em&gt;Communication blues&lt;/em&gt; – e novo vídeo (realizado pelo próprio e por Maria Mascarenhas, O Equilíbrio Dinâmico). &lt;em&gt;If You Can’t Beat Them&lt;/em&gt;, que será lançado a 13 de Abril em formato digital e numa edição especial limitada, marca o fim de um silêncio de seis anos. &lt;em&gt;The Adventures Of&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Self Portrait&lt;/em&gt;, ambos de 2007, eram os últimos trabalhos na discografia do músico, que abre com &lt;em&gt;Ocean of Time&lt;/em&gt; (2004).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;If Tou Can’t Beat Them&lt;/em&gt; «reúne nove registos intimistas que documentam uma reflexão sobre a procura individual numa sociedade globalizada – entre os efeitos políticos da incomunicabilidade, a procura de não viver na ilusão e a possibilidade de modificar o mundo através da acção e do pensamento em colectivo», adianta Levi. «Como diz o título, trata-se de pensar o que será possível fazer quando parece impossível vencer as circunstâncias.»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A data de lançamento do novo álbum – 13 de Abril – será também a do concerto de apresentação, que terá lugar em Setúbal.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/45421601615</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/45421601615</guid><pubDate>Fri, 15 Mar 2013 15:21:00 +0000</pubDate><category>Música</category><category>Levi</category><category>Maria Mascarenhas</category></item><item><title>É um dos mais aguardados acontecimentos do ano pelos fãs da...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/b81bdea39e31a7b7d6e06760e3cd22f5/tumblr_mjpiluuNZ31r6b6jzo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;É um dos mais aguardados acontecimentos do ano pelos fãs da banda francesa; após o &lt;a href="http://zine.rascunho.net/post/42276409633/saiu-hoje-em-formato-digital-o-novo-ep-dos" target="_blank"&gt; lançamento do EP homónimo&lt;/a&gt; no início de Fevereiro, os La Femme lançam &lt;em&gt;Psycho Tropical Berlin&lt;/em&gt; a 8 de Abril (CD e formato digital pela Barclay, vinil pela Born Bad Records). Entre as 14 faixas do alinhamento estão &lt;em&gt;Hypsoline&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;It’s time to wake up 2023&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Anti taxi&lt;/em&gt; ou o &lt;em&gt;single&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Sur la planche&lt;/em&gt;. O design da capa ficou a cargo do artista Elzo Durt.&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/45420296708</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/45420296708</guid><pubDate>Fri, 15 Mar 2013 14:51:30 +0000</pubDate><category>Música</category><category>La Femme</category><category>Barclay</category><category>Born Bad Records</category><category>Elzo Durt</category></item><item><title>Nosaj Thing tem regresso marcado a Lisboa ao palco do Musicbox...</title><description>&lt;iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/_woNBiIyOKI?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.musikki.com/#/nosaj_thing"&gt;Nosaj Thing&lt;/a&gt; tem regresso marcado a Lisboa ao palco do Musicbox no próximo dia 15 de Março. A nova visita do músico de Los Angeles serve para apresentar &lt;em&gt;Home&lt;/em&gt;, lançado em Janeiro, e será antecedida pelos bracarenses &lt;a href="http://ermo.bandcamp.com/"&gt;Ermo&lt;/a&gt;, vistos como uma das apostas nacionais para 2013. A noite é &lt;span&gt;inserida na iniciativa&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Musicbox Heineken Series, que vem acontecendo desde 2011 e se propõe a apresentar artistas que se destacam actualmente na produção de música urbana. Os bilhetes custam 8 euros e estão à venda &lt;a href="http://blueticket.pt/site/EventoDetalhe.aspx?ecomm=1&amp;eventoId=1655&amp;idiomaid=1&amp;op=0" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/44860295207</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/44860295207</guid><pubDate>Fri, 08 Mar 2013 14:40:00 +0000</pubDate><category>Música</category><category>Nosaj Thing</category><category>Musicbox</category><category>Ermo</category></item><item><title>Alberto Rossini realiza o vídeo de The possessed, o novo tema...</title><description>&lt;iframe width="400" height="299" src="http://www.youtube.com/embed/5WPDPROMnCQ?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Alberto Rossini realiza o vídeo de &lt;/span&gt;&lt;em&gt;The possessed&lt;/em&gt;, o novo tema dos &lt;a href="http://www.musikki.com/#/glass_candy"&gt;Glass Candy&lt;/a&gt;. &lt;span&gt;A banda integra o cartaz do Primavera Sound no Porto e tem disco novo prometido para os próximos meses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://zine.rascunho.net/post/44707678367</link><guid>http://zine.rascunho.net/post/44707678367</guid><pubDate>Wed, 06 Mar 2013 15:07:00 +0000</pubDate><category>Música</category><category>Alberto Rossini</category><category>Glass Candy</category><category>Optimus Primavera Sound</category></item></channel></rss>
