Crítica: “A Bad Wind Blows in My Heart”, Bill Ryder-Jones
Ana Leorne

Há vida depois dos The Coral, e a prova é que a carreira de Bill Ryder-Jones não só sobreviveu à sua saída da banda em 2005, depois de complicações de saúde relacionadas com o stress, como se tornou num dos filmscore songwriters mais fascinantes da nova geração.
Após a banda-sonora de Leave Taking e If…, eis que na semana passada A Bad Wind Blows in My Heart (Domino Records) viu finalmente a luz do dia. Gravado na casa da sua própria mãe em Liverpool, o álbum de Ryder-Jones foi precedido pelo single He took you in his arms, cuja atmosfera unattached respira cidades industrializadas e primeiros arrepios da manhã, os tais que nos arrancam dos sonhos e nos atiram sem aviso para a hora mais fria.








