Lisboa

O Sou – Movimento e Arte está a precisar de “carinho e apoio”. O espaço lisboeta está por isso a preparar uma campanha de financiamento colectivo (crowdfunding), na qual venderá este quadro de Carlos Farinha – que reproduz o interior do próprio Sou –, para conseguir manter a programação habitual. “A aquisição deste quadro permite que ele continue na nossa casa e que os fundos da sua compra revertam para apoio na actividade do Sou”, explicam os seus responsáveis, numa nota que convida o público a participar no Sou Família deste sábado, 26 de Janeiro, para colaborar na construção de “uma boa estratégia de comunicação para fazer isto resultar”. João Marques (Massivemov) estará lá para explicar o modelo de crowdfunding.

O Sou – Movimento e Arte está a precisar de “carinho e apoio”. O espaço lisboeta está por isso a preparar uma campanha de financiamento colectivo (crowdfunding), na qual venderá este quadro de Carlos Farinha – que reproduz o interior do próprio Sou –, para conseguir manter a programação habitual. “A aquisição deste quadro permite que ele continue na nossa casa e que os fundos da sua compra revertam para apoio na actividade do Sou”, explicam os seus responsáveis, numa nota que convida o público a participar no Sou Família deste sábado, 26 de Janeiro, para colaborar na construção de “uma boa estratégia de comunicação para fazer isto resultar”. João Marques (Massivemov) estará lá para explicar o modelo de crowdfunding.

É já na próxima sexta-feira, dia 23, que a ZDB vai ser invadida pelo “Coelho mumificado, a caminho de Vénus”. Inspiradas nas celebrações queer-trash das grandes cidades, as festas Rabbit Hole são a nova coqueluche da noite lisboeta e pretendem tornar-se não só num poço/ponto de encontro de cyborgs, ravers e outros outcasts do avant-garde, mas também numa plataforma multiartística, estando os participantes convidados a expôr o seu trabalho como criadores mediante inscrição no site. Prometem-se lasers, purpurina, mas também muito brainstorming e troca de ideias – e, claro, boa música e companhia sempre duvidosa; tudo o que é necessário para tornar as Rabbit Hole na nova trend indie da capital.

É já na próxima sexta-feira, dia 23, que a ZDB vai ser invadida pelo “Coelho mumificado, a caminho de Vénus”. Inspiradas nas celebrações queer-trash das grandes cidades, as festas Rabbit Hole são a nova coqueluche da noite lisboeta e pretendem tornar-se não só num poço/ponto de encontro de cyborgs, ravers e outros outcasts do avant-garde, mas também numa plataforma multiartística, estando os participantes convidados a expôr o seu trabalho como criadores mediante inscrição no site. Prometem-se lasers, purpurina, mas também muito brainstorming e troca de ideias – e, claro, boa música e companhia sempre duvidosa; tudo o que é necessário para tornar as Rabbit Hole na nova trend indie da capital.

Arquitectos portugueses vencem prémio na Bienal de Veneza
O trabalho realizado no Bairro da Prodac, em Lisboa, valeu ao ateliermob o Prémio Future Cities, Planning for the 90 per cent. Os vencedores foram anunciados em Veneza, na XIII Bienal Internacional de Arquitectura, e incluem o Secretariado de Habitação do Município de S. Paulo (Brasil) e o Interazioni Urbane (Itália).
O colectivo português de arquitectos (na verdade, também há um italiano e um britânico na equipa) levou a Itália a exposição Working with the 99%, na qual “se defende um reposicionamento da prática de arquitectura como resposta urgente ao discurso que transmite a ideia de um país adiado e sem futuro”.
O ateliermob tem estado a trabalhar em parceria com a comunidade residente no Bairro da Prodac e a autarquia lisboeta, “para legalizar e detectar situações de risco neste bairro, auto-construído pelos moradores há mais de quarenta anos”, notam os próprios, em comunicado.Os demais projectos do ateliermob podem ser conhecidos aqui.

Arquitectos portugueses vencem prémio na Bienal de Veneza

O trabalho realizado no Bairro da Prodac, em Lisboa, valeu ao ateliermob o Prémio Future Cities, Planning for the 90 per cent. Os vencedores foram anunciados em Veneza, na XIII Bienal Internacional de Arquitectura, e incluem o Secretariado de Habitação do Município de S. Paulo (Brasil) e o Interazioni Urbane (Itália).

O colectivo português de arquitectos (na verdade, também há um italiano e um britânico na equipa) levou a Itália a exposição Working with the 99%, na qual “se defende um reposicionamento da prática de arquitectura como resposta urgente ao discurso que transmite a ideia de um país adiado e sem futuro”.

O ateliermob tem estado a trabalhar em parceria com a comunidade residente no Bairro da Prodac e a autarquia lisboeta, “para legalizar e detectar situações de risco neste bairro, auto-construído pelos moradores há mais de quarenta anos”, notam os próprios, em comunicado.

Os demais projectos do ateliermob podem ser conhecidos aqui.

casaconveniente:

[SEM TÍTULO] CARVÃO SOBRE TELA
um espectáculo de Mónica Garnelum texto de Miguel Castro Caldas
fotografia: Bruno Simão
16 a 22 de Abril de 20122a-feira a domingo, em sessões duplas1a sessão: 20h / 2a sessão:  22hCasa Conveniente

Mónica aparece e diz que quer casar, para não dizer accionar a casa, para não dizer dar azo à caixa de onde saiu, mas as casas estão agarradas aos bancos, a multidão ocupou as ruas, e à Mónica só resta entrar na floresta, para o que der e vier.
Mónica Garnel encena e interpreta [sem título] carvão sobre tela, um texto original de Miguel Castro Caldas, com a participação especial de Rute Cardoso e de 7 actores convidados, um em cada dia de apresentações.
Bernardo Almeida, Diogo Bento, José Miguel Vitorino, Mário Fernandes, Pedro Gil, Ricardo Neves-Neves e Tiago Barbosa julgam que sabem ao que vão.

casaconveniente:

[SEM TÍTULO] CARVÃO SOBRE TELA

um espectáculo de Mónica Garnel
um texto de Miguel Castro Caldas

fotografia: Bruno Simão

16 a 22 de Abril de 2012
2a-feira a domingo, em sessões duplas
1a sessão: 20h / 2a sessão:  22h
Casa Conveniente

Mónica aparece e diz que quer casar, para não dizer accionar a casa, para não dizer dar azo à caixa de onde saiu, mas as casas estão agarradas aos bancos, a multidão ocupou as ruas, e à Mónica só resta entrar na floresta, para o que der e vier.

Mónica Garnel encena e interpreta [sem título] carvão sobre tela, um texto original de Miguel Castro Caldas, com a participação especial de Rute Cardoso e de 7 actores convidados, um em cada dia de apresentações.

Bernardo Almeida, Diogo Bento, José Miguel Vitorino, Mário Fernandes, Pedro Gil, Ricardo Neves-Neves e Tiago Barbosa julgam que sabem ao que vão.