Música

Não, não é uma estreia; os meninos dinamarqueses dos Halazan Bazar já andam nestas brincadeiras neo-psych-folk pelo menos desde 2008, ano em que editaram o CDR de estreia homónimo. Com uma sonoridade situada entre as harmonias vocais que cruzam sons aparentemente tão díspares como The Mamas & The Papas e Arthur Lee com um europeísmo cosmopolita que respira por entre flashbacks de San Francisco, a banda acaba de editar Space Junk pela Crash Symbols, num registo ligeiramente menos hipnótico que os anteriores, mas não menos fascinante. Space Junk pode ser adquirido em formato digital ou vinil de 10” (eidção limitada a 500 cópias) no bandcamp dos rapazes.

Não, não é uma estreia; os meninos dinamarqueses dos Halazan Bazar já andam nestas brincadeiras neo-psych-folk pelo menos desde 2008, ano em que editaram o CDR de estreia homónimo. Com uma sonoridade situada entre as harmonias vocais que cruzam sons aparentemente tão díspares como The Mamas & The Papas e Arthur Lee com um europeísmo cosmopolita que respira por entre flashbacks de San Francisco, a banda acaba de editar Space Junk pela Crash Symbols, num registo ligeiramente menos hipnótico que os anteriores, mas não menos fascinante. Space Junk pode ser adquirido em formato digital ou vinil de 10” (eidção limitada a 500 cópias) no bandcamp dos rapazes.

Little French Songs é o quarto álbum de estúdio de Carla Bruni e foi lançado nesta segunda-feira em formato digital (o CD e vinil chegam em meados do mês, pela Barclay). Composto por 11 faixas, o álbum sucede a Comme Si De Rien N’Était e põe fim a um hiato de cinco anos, que coincidiu com o início do seu casamento com Nicolas Sarkozy e subsequente cargo de primeira-dama. Sempre num registo de pequenas canções que respiram anos 1960 por todos os poros, o single de avanço confirma este estatuto de «ex-fan des Sixties» de Bruni ao evocar o romance de Keith Richards e Anita Pallenberg (Chez Keith et Anita), naquela que é talvez a faixa mais upbeat do álbum.

Se estivermos distraídos antes de uma primeira escuta pensamos que ouvir Willy Moon será como regressar ao mundo dos drive-ins e jukeboxes; mas este neozelandês de 23 anos, que diz não querer «fazer música retro», mistura o twist e o rock’n’roll – e as referências visuais e de estilo, porque não? – dos anos 1950 com as sonoridades possíveis graças ao mundo digital. Aliás, na sua página de Facebook, Moon descreve a sua música como se «o rock’n’roll tivesse sido criogenado em 1965, antes dos Beatles terem descoberto o LSD, e fosse reavivado 45 anos depois por um produtor de hip-hop munido de um lap-top». O álbum de estreia, Here’s Willy Moon, sai no início de Abril pela Island Records (EUA) e Barclay/ Universal (UE).

Levi tem novo álbum, novo single – este Communication blues – e novo vídeo (realizado pelo próprio e por Maria Mascarenhas, O Equilíbrio Dinâmico). If You Can’t Beat Them, que será lançado a 13 de Abril em formato digital e numa edição especial limitada, marca o fim de um silêncio de seis anos. The Adventures Of e Self Portrait, ambos de 2007, eram os últimos trabalhos na discografia do músico, que abre com Ocean of Time (2004).

If Tou Can’t Beat Them «reúne nove registos intimistas que documentam uma reflexão sobre a procura individual numa sociedade globalizada – entre os efeitos políticos da incomunicabilidade, a procura de não viver na ilusão e a possibilidade de modificar o mundo através da acção e do pensamento em colectivo», adianta Levi. «Como diz o título, trata-se de pensar o que será possível fazer quando parece impossível vencer as circunstâncias.»

A data de lançamento do novo álbum – 13 de Abril – será também a do concerto de apresentação, que terá lugar em Setúbal.

É um dos mais aguardados acontecimentos do ano pelos fãs da banda francesa; após o  lançamento do EP homónimo no início de Fevereiro, os La Femme lançam Psycho Tropical Berlin a 8 de Abril (CD e formato digital pela Barclay, vinil pela Born Bad Records). Entre as 14 faixas do alinhamento estão Hypsoline, It’s time to wake up 2023, Anti taxi ou o single Sur la planche. O design da capa ficou a cargo do artista Elzo Durt.

É um dos mais aguardados acontecimentos do ano pelos fãs da banda francesa; após o lançamento do EP homónimo no início de Fevereiro, os La Femme lançam Psycho Tropical Berlin a 8 de Abril (CD e formato digital pela Barclay, vinil pela Born Bad Records). Entre as 14 faixas do alinhamento estão Hypsoline, It’s time to wake up 2023, Anti taxi ou o single Sur la planche. O design da capa ficou a cargo do artista Elzo Durt.

Nosaj Thing tem regresso marcado a Lisboa ao palco do Musicbox no próximo dia 15 de Março. A nova visita do músico de Los Angeles serve para apresentar Home, lançado em Janeiro, e será antecedida pelos bracarenses Ermo, vistos como uma das apostas nacionais para 2013. A noite é inserida na iniciativa Musicbox Heineken Series, que vem acontecendo desde 2011 e se propõe a apresentar artistas que se destacam actualmente na produção de música urbana. Os bilhetes custam 8 euros e estão à venda aqui

Crítica: “The Next Day”, David Bowie

Ana Leorne

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Digerir o novo album de David Bowie é tarefa complicada; não por ser demasiado denso ou extremamente complexo (ou seja, não é nada a que não estejamos já habituados) – a dificuldade que temos em voltar a respirar após a escuta integral de The Next Day tem a ver com todo um peso psicológico derivado do jogo que Bowie empreendeu quando, no dia do seu aniversário, lançou a H-Bomb chamada novo-single-novo-vídeo-e-novo-álbum-após-10-anos. E fomos todos apanhados desprevenidos – tal e qual um mini ataque nuclear.

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15 anos de Les Baton Rouge

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A banda de Suspiria Franklyn e James Jacket comemora o 15.º aniversário este ano, e as celebrações começaram já esta semana com o lançamento do novo EP, Canal Express. Da formação original dos Les Baton Rouge restam apenas os manos Suspiria e James, sendo o actual baterista Bruno Quintino, que se juntou à banda o ano passado. Para assinalar esta década e meia de existência haverá concerto no Musicbox, em Lisboa, a 23 de Março, onde os fãs poderão matar saudades de clássicos como Somersault, My body the pistol ou Chloe Yurtz. (Foto de Pedro Antunes)