Porto

O culto do Primavera Sound de volta ao Porto

Francisco Neves

Contra a monotonia e pela diversidade, a segunda edição do Optimus Primavera Sound aterra no Porto na próxima semana para quatro dias de música carregados de regressos desejados e estreias promissoras. De 30 de Maio a 2 de Junho, Blur, My Bloody Valentine, Nick Cave and The Bad Seeds e James Blake são apenas alguns dos nomes que subirão aos vários palcos montados no Parque da Cidade.

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István Örkény vai ao Gato Vadio, no Porto, a 9 de Março. O escritor húngaro, cujas Histórias de 1 Minuto a Cavalo de Ferro editou em 2004, será lido por Rui Manuel Amaral e Carolina Lapa – um habitué e uma estreante nas leituras do café-livraria da Rua do Rosário. Uma sessão de literária com trailer.

Luís Graça Nobre e Rui Manuel Amaral vão estar no Gato Vadio, no Porto, a ler contos breves de Kafka. É no próximo sábado, 14 de Abril, pelas 17h00. Diz a apresentação: «O que dizer de um autor a propósito do qual já se disse tanto? Uma simples vista de olhos a qualquer bibliografia sobre Kafka mostra a que ponto é difícil acrescentar alguma ideia nova a tudo o que já foi dito e escrito. Mas se há escritor verdadeiramente inesgotável, esse escritor é Franz Kafka (1883-1924). Ler Kafka é compreender um pouco melhor a nossa complexa e atribulada humanidade.»

Luís Graça Nobre e Rui Manuel Amaral vão estar no Gato Vadio, no Porto, a ler contos breves de Kafka. É no próximo sábado, 14 de Abril, pelas 17h00. Diz a apresentação: «O que dizer de um autor a propósito do qual já se disse tanto? Uma simples vista de olhos a qualquer bibliografia sobre Kafka mostra a que ponto é difícil acrescentar alguma ideia nova a tudo o que já foi dito e escrito. Mas se há escritor verdadeiramente inesgotável, esse escritor é Franz Kafka (1883-1924). Ler Kafka é compreender um pouco melhor a nossa complexa e atribulada humanidade.»

Embarcado do passado – retrato impressivo de um homem do mar

Filipa Mora

Cada traço na cara do Sr. Náná é impermeável ao presente.
Cada ruga, cada marca, cada gesto do passado perdura ainda agora.
O passado que passa e o presente que teima em esconder em si gestos de outrora.

De sorriso franco e olhos expressivos, estava a dormitar quando o atormentei e lhe assaltei a memória.
Não demorou muito para me dizer, confessava inicialmente. O sorriso desembaraçado diziam o contrário. Não demorou muito a abrir o museu recôndito e a lançar a âncora à(s) (h)istórias.

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