artes

“As primas da Bulgária” em livro

A artista Carla Filipe regressou a 1974 para estudar a realidade das jovens portuguesas que, após o 25 de Abril, foram estudar para países socialistas. O que encontrou foi uma «generalizada» falta de documentação que a obrigou a ir à procura de memórias e das suas intercepções nos dias de hoje. O resultado viu-se em Milão, numa exposição na galeria Kunstverein, entre os finais de Outubro e Novembro. Chamava-se As primas da Bulgária, o mesmo título que é agora dado ao livro que a Kunsthalle Lissabon se prepara para publicar. O lançamento está agendado para 21 de Fevereiro.

Design português distinguido na Finlândia

Ana Leorne

A designer portuguesa Fernanda Torre, aluna da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Design de Comunicação), arrecadou o primeiro prémio na competição Beam Me Up, Scotty!, que teve lugar na Feira de Design de Helsínquia.



O projecto desta designer natural de Barcelos (actualmente estabelecida em Estocolmo) chama-se Life Bits e é um um sistema modular personalizável que consiste de vários cubos interativos, cubos esses que pretendem facilitar a comunicação dos idosos e promover o diálogo entre gerações. Tendo por base as mega-tendências de Envelhecimento e Prosperidade verificadas na generalidade dos países desenvolvidos, Life Bits prevê um futuro em que a interacção entre cidadãos e partilha de conhecimentos e experiências pessoais se tornarão vitais.

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Arquitectos portugueses vencem prémio na Bienal de Veneza
O trabalho realizado no Bairro da Prodac, em Lisboa, valeu ao ateliermob o Prémio Future Cities, Planning for the 90 per cent. Os vencedores foram anunciados em Veneza, na XIII Bienal Internacional de Arquitectura, e incluem o Secretariado de Habitação do Município de S. Paulo (Brasil) e o Interazioni Urbane (Itália).
O colectivo português de arquitectos (na verdade, também há um italiano e um britânico na equipa) levou a Itália a exposição Working with the 99%, na qual “se defende um reposicionamento da prática de arquitectura como resposta urgente ao discurso que transmite a ideia de um país adiado e sem futuro”.
O ateliermob tem estado a trabalhar em parceria com a comunidade residente no Bairro da Prodac e a autarquia lisboeta, “para legalizar e detectar situações de risco neste bairro, auto-construído pelos moradores há mais de quarenta anos”, notam os próprios, em comunicado.Os demais projectos do ateliermob podem ser conhecidos aqui.

Arquitectos portugueses vencem prémio na Bienal de Veneza

O trabalho realizado no Bairro da Prodac, em Lisboa, valeu ao ateliermob o Prémio Future Cities, Planning for the 90 per cent. Os vencedores foram anunciados em Veneza, na XIII Bienal Internacional de Arquitectura, e incluem o Secretariado de Habitação do Município de S. Paulo (Brasil) e o Interazioni Urbane (Itália).

O colectivo português de arquitectos (na verdade, também há um italiano e um britânico na equipa) levou a Itália a exposição Working with the 99%, na qual “se defende um reposicionamento da prática de arquitectura como resposta urgente ao discurso que transmite a ideia de um país adiado e sem futuro”.

O ateliermob tem estado a trabalhar em parceria com a comunidade residente no Bairro da Prodac e a autarquia lisboeta, “para legalizar e detectar situações de risco neste bairro, auto-construído pelos moradores há mais de quarenta anos”, notam os próprios, em comunicado.

Os demais projectos do ateliermob podem ser conhecidos aqui.

Meleko Mokgosi é o vencedor do Prémio Mohn deste ano. O artista do Botswana, que vai receber 100 mil dólares (81,3 mil de euros), foi o escolhido de entre um grupo de 60 artistas presentes na bienal Made in LA, na qual participou com a instalação Pax Kaffraria: Sikhuselo embumbulu (na imagem, um dos painéis). A escolha pertenceu primeiro a um júri, que seleccionou cinco artistas e depois ao público, que votou no vencedor, explica o The Art Newspaper. A instalação levada por Mokgosi aos Estados Unidos integra uma série que o artista está a levar a cabo sobre a África pós-colonial.

Meleko Mokgosi é o vencedor do Prémio Mohn deste ano. O artista do Botswana, que vai receber 100 mil dólares (81,3 mil de euros), foi o escolhido de entre um grupo de 60 artistas presentes na bienal Made in LA, na qual participou com a instalação Pax Kaffraria: Sikhuselo embumbulu (na imagem, um dos painéis). A escolha pertenceu primeiro a um júri, que seleccionou cinco artistas e depois ao público, que votou no vencedor, explica o The Art Newspaper. A instalação levada por Mokgosi aos Estados Unidos integra uma série que o artista está a levar a cabo sobre a África pós-colonial.

huffingtonpost:

After the American Jeff Koons, the Japanese Takashi Murakami, and the French Xavier Veilhan and Bernar Venet, the Portuguese Joana Vasconcelos will be the first woman and the youngest artist also to show her work in the setting of the legendary palace of Versailles.

Joana Vasconcelos does not seek to fit into Versailles, but to incorporate Versailles, meet it rather than clash with it. Her work, made up of redirections, metamorphoses and displacements of objects, cuts across time and shifts the symbols: here the royal silk and brocade fabrics for the Valkyries, there wood marquetry for Perruque that recalls 18th-century furniture. Profoundly anchored in Portuguese culture, Vasconcelos proposes a visual language perceptible by all. Many of her works are imbued with warm feminine sensuality.

Versailles by Joana Vasconcelos

Esta sexta-feira realiza-se a 4.ª Feira de Publicação Independente na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, só pelo cartaz dá vontade de lá dar um salto.

Esta feira vive novamente como parte do projecto Fair, plataforma que estará brevemente online, e pretende promover a edição independente através de eventos como a Feira de Publicação Independente, divulgação de novas editoras e edições, organização de um arquivo de publicação independente, entre outros pequenos projectos. O Projecto Fair será finalmente apresentado ao público nesse mesmo dia.” (retirado do site)